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Consumo consciente, Minimalismo, Slow fashion

O guarda-roupas de 10 itens

O que você faria se tivesse que limitar seu guarda-roupas a apenas 10 itens?

Todos nós acumulamos em nossos guarda-roupas itens que não usamos mais, pois tendemos a acreditar que quanto mais roupas possuímos, mais fácil se torna a missão de encontrar algo para nos vestir.

Durante seu discurso no TEDxStGeorge, Jennifer L. Scott, autora do best-seller Lessons from Madame Chic e criadora do blog The Daily Connoisseur, afirmou que o oposto é verdadeiro: quanto menos roupas nós possuímos, mais fácil é o processo de decisão do que vestir, já que as opções são limitadas.

Outro fator que contribui para o acúmulo de roupas é a tentação das promoções, que nos estimulam a adquirir itens desnecessários apenas pelo baixo preço. Somado a isso vem a influência externa de diversos estilos e tendências, que acabam ofuscado o nosso senso de estilo pessoal e nos torna suscetíveis a usar sempre os mesmos itens (roupas de ginástica, diga-se de passagem, mesmo quando as pessoas não se exercitam) para facilitar a escolha dos looks diários.

Quando Jennifer se mudou para Paris em 2001 para viver com uma família francesa (a quem ela se refere como “Família Chic”) durante seu intercâmbio, ela entrou em pânico ao conhecer seu novo quarto, que continha um pequeno armário com apenas dez cabides, já que ali não caberia suas duas malas de roupas trazidas da Califórnia.

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Fast fashion, Tá na moda

Vending machine mostra o que está por trás da fast fashion

Moda por uma pechincha – isso é o que todo mundo quer. Uma camiseta por 2 euros não é algo inimaginável na onda de fast fashion. Infelizmente, as pessoas nem sempre consideram quem está pagando o preço real por trás da moda barata.

Para conscientizar os consumidores, a organização Fashion Revolution realizou um experimento social em Berlim para mostrar o que realmente está por trás da fast fashion, como é conhecida a moda barata. Criada pelas agências BBDO e UNIT9, a ação instalou uma vending machine na praça Alexanderplatz que oferecia camisetas a 2 euros.

Baratas, as camisetas atraíram muitos compradores que, ao selecionarem o tamanho da peça, encaravam a verdade que estava por trás do preço baixo: uma fábrica de roupas em Bangladesh que paga mulheres e crianças cerca de 13 centavos por hora para costurarem camisetas em um ambiente hostil, do qual já falamos aqui e aqui.

No final do vídeo, a vending machine questionava se a pessoa queria pagar os 2 euros pela camiseta ou se aceitava doar o valor para um fundo de combate ao trabalho escravo. Segundo a Fashion Revolution, dos 150 consumidores que se interessaram pela roupa barata, 90% decidiram doar o dinheiro.

Vimos no Hypeness.