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Consumo consciente, Moda sustentável

Descomplique seu armário: o que manter, jogar ou doar?

Com a chegada do Ano Novo e nossa lista de resoluções definida, é hora de preparar o terreno – ou melhor, o guarda-roupas, para o que está por vir. Confira nossas dicas de como organizar o armário e dar vida nova às suas peças em 2017.

Sabia que 85% das pessoas mantém roupas que não usam mais? Tendemos a acumular peças de roupa seja por valor sentimental, por achar que vão voltar a servir no futuro ou para aquela ocasião especial que nunca chega. No entanto, é possível descomplicar o armário e dar uma vida nova às roupas acumuladas.

Confira abaixo o infográfico do blog Sernaiotto que ilustra um ciclo inteligente que ajuda a determinar o que deve ser doado, mantido ou jogado fora, tudo em prol do consumo consciente das nossas roupas.

consumo consciente de roupas

BÔNUS: Dando vida nova às roupas encostadas

Organize um bazar de trocas entre amigas

Aquelas roupas que não servem mais para você – mas que suas amigas viviam pedindo emprestadas – podem virar moedas de troca num bazar entre amigas. Além de ser um momento divertido para compartilhar memórias, suas roupas vão ganhar vida nova junto às pessoas que você tanto curte. Leia mais

Consumo consciente, Minimalismo

Menos coisas, mais felicidade

Será que ter menos coisas, em um espaço menor, traz mais felicidade?

Falar que o aumento do poder aquisitivo da população leva ao aumento do consumo chega a ser redundante. Mas o que pouco se fala é do resultado disso: o consumismo.

Consumo e consumismo são termos que soam parecidos, mas possuem significados bem diferentes: enquanto consumo é uma atividade vital para fazer a economia girar e suprir nossas necessidades do dia-a-dia, consumismo se associa ao hábito de comprar bens supérfluos impulsionados por um desejo sem que haja uma necessidade real.

A sociedade contemporânea nos estimula a consumirmos cada vez mais, iludindo-nos com a ideia de que, através da aquisição de bens, nos sentiremos mais felizes e realizados. Doce ilusão.

Em seu TED Talk “Less stuff, more happiness”, o arquiteto e designer canadense Graham Hill pergunta: Será que ter menos coisas, em um espaço menor, leva a mais felicidade?

Segundo Hill, os norte-americanos possuem hoje três vezes mais espaço do que possuíam 50 anos atrás. Ainda assim, o mercado de “armazenamento pessoal” não para de crescer no país e já movimenta 22 bilhões de dólares por ano. O resultado desse acúmulo cada vez maior de pertences leva a mais dívidas no cartão de crédito, aumento da pegada ecológica e mais estresse, lembra o palestrante.

Hill então sugere uma nova maneira de fazer com que o menos, na verdade, signifique mais. Sabe como? Através do desapego! Ele questiona sobre nossas vidas enquanto morávamos numa moradia estudantil durante a universidade, ou durante viagens, onde passamos por experiências em campings ou albergues com quartos compartilhados, dizendo que estas experiências nos trouxeram um pouco mais de liberdade, tempo e tranquilidade. Pensando nisso, Hill criou o projeto Vida Editada (Life Edited) no site lifeedited.org.

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Biblioteca de roupas
Consumo consciente

“Bibliotecas de roupas” permitem empréstimo em prol do consumo consciente

85% das mulheres acumula roupas que não usa mais. E das roupas que possuímos, apenas 20% são vestidas com frequência. Essa ineficiência é ruim tanto para o bolso quanto para o meio ambiente, já as tendências de moda passam rápido e (quase) todo mundo tenta acompanhar.

Pensando nisso, um novo modelo de negócios vem ganhando força, são as chamadas “bibliotecas de roupas”. O conceito que já existe em alguns países na Europa, Estados Unidos e Austrália, consiste em uma loja de roupas que segue a linha de biblioteca: você não compra, empresta.

A ideia é uma maneira de frear o apetite insaciável que toma conta da gente quando colocamos os pés dentro de uma loja para comprar uma peça nova e usá-la uma única vez. Acontece, e muito. Nas bibliotecas de roupas, no entanto, a lógica é o reuso, qualidadeconsumo colaborativo.

Biblioteca de roupas - LENA Fashion LibraryNa LENA Fashion Library (imagem acima), em Amsterdã, a moda proposta é a do empréstimo sustentável. Na opinião das idealizadoras, o excesso de consumo é um dos maiores problemas da indústria da moda. Leia mais

Consumo consciente, Moda sustentável

The Street Store: ‘loja de roupas’ para moradores de rua

Iniciativa promove consumo solidário de roupas e resgata a auto-estima de moradores de rua

Para compartilhar um pouco de solidariedade, a iniciativa The Street Store, originada na Cidade do Cabo, África do Sul, permite que moradores de rua relembrem a sensação de ter liberdade de escolha quando o assunto é o que vestir.

O projeto The Street Store consiste em pop-up stores que reúnem doações da população local e pendura, na calçada, roupas e acessórios que são oferecidos gratuitamente para quem não tem condições de comprar. A iniciativa, que se espalhou por vários países como Canadá, Bélgica, México, Índia e Brasil, torna a doação mais humanizada, já que para muitos esta é a primeira experiência de escolher a roupa que irá usar, como se estivessem em uma loja de verdade.

Cada vez mais popular pelo Brasil – e no mundo – a primeira “Street Store” paulistana foi realizada em maio de 2014, no Largo da Batata, no bairro de Pinheiros. A ação foi idealizada por um grupo de voluntários, que já desenvolve ações sociais nas ruas da capital paulista há pelo menos dez anos.

Desde que a ação ganhou repercussão no Brasil, inúmeras “Street Stores” foram criadas por todo país. Além de São Paulo, a iniciativa já ocorreu no Rio de Janeiro, Brasília, Itaperuna (RJ), Bauru (SP), Arapiraca (AL), Pelotas (RS), Porto Alegre (RS), Fortaleza (CE) e Caruaru (PE).

O vídeo abaixo explica um pouco mais sobre essa brilhante iniciativa de consumo solidário:

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