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Fast fashion

Fast fashion

Por que H&M custa mais do que você imagina?

Lojas de fast fashion como H&M, Zara e Forever 21 tornaram o acesso à moda mais fácil e barato do que nunca. Mas qual é o custo real dessas roupas de baixa qualidade produzidas em massa?

Pessoas tem comprado mais roupas do que nunca, graças à indústria de fast fashion – a moda barata que é descartada, literalmente, rápido. Fast fashion é como fast food – é a versão barata de roupas da moda vendidas em grandes quantidades por preços baixos.

Desde que as grandes varejistas de fast fashion popularizaram-se nos anos 90, os custos das roupas tem caído drasticamente, embora os preços de todos os demais bens tenham apenas aumentado no mesmo período. Isso se deve principalmente aos materiais e mão-de-obras baratos. Embora os americanos estejam consumindo mais, o orçamento destinado ao vestuário caiu de 10,4% em 1960 para apenas 3% em 2013.

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Consumo consciente, Fast fashion

Reality show envia blogueiras para trabalhar em fábrica têxtil no Camboja

A realidade por trás do consumo de fast fashion

As gigantes de fast fashion como Zara, H&M e Forever21, há muito conhecidas por popularizar o acesso à moda barata, também revelam o outro lado da moeda: condições precárias de trabalho nas confecções subcontratadas, impacto ao meio ambiente e incentivo à uma cultura de descarte.

Não fosse apenas isto, ainda contribuem para a glamourização da cultura do descarte os fashionistas, que muitas vezes montam um guarda-roupa inteiro em um mês, repleto de presentes de grandes marcas ansiosas por endosso destes formadores de opinião. Mas cá entre nós, até onde essa formação de opinião em torno de um consumo desenfreado vai parar? De quem é a responsabilidade por isto: das marcas, dos formadores de opinião, ou dos consumidores finais, que finalmente são os usuários no final da cadeia de compras?

Como uma forma de provocar e alertar para este modelo de consumo, Sweatshop – Deadly Fashion, um experimento social produzido pelo jornal norueguês Aftenposten, resolveu colocar blogueiros de moda à prova, levando-os a conhecer a realidade de uma fábrica têxtil no Camboja. No reality show online, os blogueiros Anniken Jørgensen, Frida Ottesen e Ludvig Hambro passaram um mês em Phnom Penh em 2014 para experimentar na pele as condições de trabalho dos trabalhadores têxteis cambojanos.

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