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Minimalismo

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Minimalismo, Slow fashion

Armário-cápsula: o que é e como montar um

Armário-cápsula, termo criado pela britânica Susie Faux nos anos 70, consiste em uma coleção de poucos itens essenciais de roupas que não se tornam obsoletos com a mudança das tendências de moda.

Nos dias de hoje, o termo se refere a uma coleção limitada de peças que, quando combinadas entre si, maximizam o número de looks originados a partir das roupas iniciais. O objetivo é ter um look apropriado para cada ocasião sem possuir uma quantidade excessiva de roupas (que normalmente ficam encostadas no armário depois de um tempo).

Armário-cápsula é uma técnica que consiste em escolher uma quantidade limitada de peças para vestir durante um tempo determinado, sem comprar nada novo, apenas criando combinações com as peças existentes.

O conceito vem sendo difundido por blogs como o Un-Fancy, onde a blogueira Caroline encara o desafio de viver com apenas 37 peças de roupas que são atualizadas a cada três meses – sem comprar nada por impulso.

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Looks com peças de armário-cápsula

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Consumo consciente, Minimalismo

Menos coisas, mais felicidade

Será que ter menos coisas, em um espaço menor, traz mais felicidade?

Falar que o aumento do poder aquisitivo da população leva ao aumento do consumo chega a ser redundante. Mas o que pouco se fala é do resultado disso: o consumismo.

Consumo e consumismo são termos que soam parecidos, mas possuem significados bem diferentes: enquanto consumo é uma atividade vital para fazer a economia girar e suprir nossas necessidades do dia-a-dia, consumismo se associa ao hábito de comprar bens supérfluos impulsionados por um desejo sem que haja uma necessidade real.

A sociedade contemporânea nos estimula a consumirmos cada vez mais, iludindo-nos com a ideia de que, através da aquisição de bens, nos sentiremos mais felizes e realizados. Doce ilusão.

Em seu TED Talk “Less stuff, more happiness”, o arquiteto e designer canadense Graham Hill pergunta: Será que ter menos coisas, em um espaço menor, leva a mais felicidade?

Segundo Hill, os norte-americanos possuem hoje três vezes mais espaço do que possuíam 50 anos atrás. Ainda assim, o mercado de “armazenamento pessoal” não para de crescer no país e já movimenta 22 bilhões de dólares por ano. O resultado desse acúmulo cada vez maior de pertences leva a mais dívidas no cartão de crédito, aumento da pegada ecológica e mais estresse, lembra o palestrante.

Hill então sugere uma nova maneira de fazer com que o menos, na verdade, signifique mais. Sabe como? Através do desapego! Ele questiona sobre nossas vidas enquanto morávamos numa moradia estudantil durante a universidade, ou durante viagens, onde passamos por experiências em campings ou albergues com quartos compartilhados, dizendo que estas experiências nos trouxeram um pouco mais de liberdade, tempo e tranquilidade. Pensando nisso, Hill criou o projeto Vida Editada (Life Edited) no site lifeedited.org.

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Consumo consciente, Minimalismo, Slow fashion

O guarda-roupas de 10 itens

O que você faria se tivesse que limitar seu guarda-roupas a apenas 10 itens?

Todos nós acumulamos em nossos guarda-roupas itens que não usamos mais, pois tendemos a acreditar que quanto mais roupas possuímos, mais fácil se torna a missão de encontrar algo para nos vestir.

Durante seu discurso no TEDxStGeorge, Jennifer L. Scott, autora do best-seller Lessons from Madame Chic e criadora do blog The Daily Connoisseur, afirmou que o oposto é verdadeiro: quanto menos roupas nós possuímos, mais fácil é o processo de decisão do que vestir, já que as opções são limitadas.

Outro fator que contribui para o acúmulo de roupas é a tentação das promoções, que nos estimulam a adquirir itens desnecessários apenas pelo baixo preço. Somado a isso vem a influência externa de diversos estilos e tendências, que acabam ofuscado o nosso senso de estilo pessoal e nos torna suscetíveis a usar sempre os mesmos itens (roupas de ginástica, diga-se de passagem, mesmo quando as pessoas não se exercitam) para facilitar a escolha dos looks diários.

Quando Jennifer se mudou para Paris em 2001 para viver com uma família francesa (a quem ela se refere como “Família Chic”) durante seu intercâmbio, ela entrou em pânico ao conhecer seu novo quarto, que continha um pequeno armário com apenas dez cabides, já que ali não caberia suas duas malas de roupas trazidas da Califórnia.

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Consumo consciente, Minimalismo

Lowsumerism, a nova era do consumo consciente

Antigamente nós costumávamos comprar para satisfazer uma necessidade, mas agora estamos vivendo numa cultura que transformou tudo em excesso. Mas como isso aconteceu?

Esse vídeo da Box1824, empresa de pesquisa especializada em tendências de comportamento, mostra a evolução do consumo ao longo dos últimos séculos e para onde estamos caminhando na nova era do lowsumerism:

1890 – O crescimento do consumo

Bom, após a Revolução Industrial e a introdução das linhas de produção, a única maneira das indústrias terem sucesso era fabricando e vendendo produtos em massa. Era uma questão de oferta e demanda, então houve a necessidade de incentivar as pessoas a comprarem mais do que o necessário, apenas para atender à oferta produzida. Leia mais

estilo minimalista
Consumo consciente, Minimalismo, Slow fashion, Tá na moda

Estilo minimalista: como usar

No estilo minimalista, elegância não deriva da abundância, conceito conectado ao movimento slow fashion e ao consumo consciente. Saiba mais e inspire-se!

Minimalismo é um conceito vem se popularizando nos últimos tempos, seja porque as pessoas se cansaram do consumismo “vazio” e sem propósito ou porque, após terem conquistado o básico para viver confortavelmente, puderam prestar mais atenção nas coisas que o dinheiro não compra, como inclusive já falamos neste post.

Mas antes de falarmos de estilo minimalista, precisamos entender o conceito de minimalismo. Minimalismo, ao contrário do que muitos pensam, não consiste em viver em um apartamento pequeno com poucos móveis modernos e sem TV. Também não tem nada a ver com arquitetura clean ou design de interiores funcional baseado nos móveis do IKEA. Tampouco significa vender o carro, se livrar de todas as roupas e pedir demissão do emprego para ir morar na Tailândia levando apenas uma mala (o que não seria uma má ideia, por sinal ;)).

Minimalismo está ligado ao desprendimento dos excessos em favor da valorização do que é importante para encontrar a felicidade, satisfação pessoal e liberdade.

Como o minimalismo influencia a moda?

O termo “menos é mais”, popularizado pelo arquiteto alemão Mies van der Rohe, defende que elegância não deriva da abundância. Ele prega a busca pela essência construtiva, eliminando os excessos e focando na real necessidade ao invés de supérfluos. Para ele, minimalismo é uma construção sem firulas ou exageros, que preza pela eliminação da estética desnecessária.

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